Excelência em cultivo.
Compromisso com o cliente.
Preservação das espécies de orquideas brasileiras.
Desde 1998.
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Produção: sementeira. Tipo: sibling. Tamanho da muda: 15cm. Espectativa de floração: 2011. Cultivo: fácil. Floração: inverno. Duração das flores: duas semanas. Tamanho quando adulta: até 70cm. Tamanho da flor: 5 cm. Quantidade de flores: até 30 por haste. |
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Nome correntemente aceito: Laelia marginata alba. Autor: L. O. Williams. Data da publicação: 1941. Sinônimos: Schomburgkia marginata, Cattleya marginata, Bletia marginata, Schomburgkia crispa, Cattleya crispa, Bletia crispina, Schomburgkia gloriosa, Bletia gloriosa, Epidendrum fimbriatum Vell., Bletia wallisii, Schomburgkia fimbriata
. Origem: MA, TO, RO, AM, RR, PA, além das Guianas, Suriname, Venezuela, Colômbia e Equador. Habitat: epífita em florestas úmidas sob alta luminosidade porém abrigada de luz direta. Altitude: 100 a 900 metros. Quantidade de espécies neste gênero: 22. |
Nota taxonômica I: em 1941, L.O.Williams propôs a inclusão das Schomburgkia em Laelia. Apesar de muitos taxonomistas reconhecerem essa possibilidade, a inclusão não foi amplamente considerada até que, recentemente, estudos moleculares reforçaram seu parentesco. Desta forma, o gênero Laelia agora é formado por cerca de 23 espécies de inflorescência alongada. Nove espécies são originámias principalmente da América Central, da qual o exemplar mais amblamente cultivado é a Laelia anceps, e caracterizam-se por serem plantas de porte menor; e cerca de 13 são preferencialmente da América do Sul, plantas muito maiores e com inflorescêmcia excepcionalmente longa, as quais compunham o gênero Schomburgkia.
Nota taxonômica II: esta espécie é amplamente conhecida como Schomburgkia crispa, nome pelo qual foi originalmente descrita por John Lindley em 1838. Com a mudança de sua classificação para Laelia, ela não poderia manter este nome pois outra espécie brasileira já foi assim chamada, a qual atualmente é classificada como Brasilaelia crispa, de modo que teve de ser escolhido o segundo nome em antiguidade, Laelia marginata.
Espécies similares: Laelia weberbaueriana e Laelia moyobambae.
Características distintivas: Apesar de serem poucas as espécies deste grupo, a grande maioria delas é muito similar e possivelmente estariam melhor se consideradas apenas variações de uma única espécie do que espécies à parte. Distinguem-se algumas facilmente pela coloração rosa ou marrom escuro e carenas do labelo, no entanto a grande maioria das que tem flores marrom claro somente podem ser reconhecidas com muita dificuldade. Aparentemente a Laelia marginata é a que apresenta flores que não se abrem muito, menores e em maior quantidade.